CONEXÃO PASSIRA: GINO CÉSAR PASSA MAL E É INTERNADO EM UTI.

Radio

segunda-feira, 7 de julho de 2014

GINO CÉSAR PASSA MAL E É INTERNADO EM UTI.

O locutor e repórter policial da Rádio Jornal, Gino César, 78 anos, foi internado no último sábado. Na sexta à noite, duas horas após o jogo das quartas de final da Seleção Brasileira, o radialista sentiu dificuldades para respirar e foi levado ao Hospital Hapvida Capibaribe, na Boa Vista, Centro do Recife. Após alguns exames, médicos constataram pressão alta e edema pulmonar agudo. Ele foi internado na Unidade Intensiva de Tratamento (UTI) do Hospital Hapvida da Ilha do Leite, área central do Recife.

De acordo com o filho do locutor, Paulo Ricardo da Silva, até as 23h de ontem, a saúde de Gino César era estável. “Ele foi internado porque foram observadas alterações nas enzimas hepáticas, o que pode causar infarto. Por isso, os médicos querem acompanhá-lo de perto”, explica.

Ainda de acordo com Paulo, o radialista não apresentava problemas de saúde. “A última vez em que ele esteve afastado dos trabalhos foi quando sofreu um acidente de carro, no final do ano passado”, diz. Gino César ainda não tem previsão de alta. Ele irá passar por novos exames hoje.

Natural de Rio Formoso, na Zona da Mata Sul do Estado, Gino César é locutor da Rádio Jornal há quase 30 anos. A carreira radiofônica, no entanto, começou há mais de 60 anos, ainda na década de 50. Gino foi um dos principais atores de radionovelas de Pernambuco na chamada “época de ouro” do rádio. 

O início da carreira como repórter policial veio na década de 60. Com o início da popularização da televisão nos lares brasileiros, as radionovelas perderam lugar. Na área policial, Gino encontrou o seu espaço. O nome do programa que apresenta, Bandeira Dois, surgiu na mesma época, uma alusão ao grande número de assaltos que motoristas de táxi sofriam na época. O estilo cantado de narrar a notícia é sua marca registrada.

Uma curiosidade sobre Gino César é que ele não é adepto aos computadores. Todo o material lido no ar é digitado em uma antiga máquina de escrever.

Outro ponto curioso do locutor é a sua coleção de chapéus, com mais de 100 exemplares. A marca registrada no visual foi criada despretensiosamente. Gino estava em uma delegacia, fazendo uma de suas reportagens policiais, quando um agente colocou um chapéu em sua cabeça. Chegou à rádio com o acessório e todos ficaram olhando. Não tirou mais.


Fonte  :  Jornal do Commercio

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